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Nos últimos anos, muitos músicos têm buscado um caminho diferente quando falamos de sonoridade.
Diante disso, surge uma pergunta cada vez mais comum: este tipo de ajuste seria uma nova tendência?
A percepção de que este tipo de ajuste seria uma nova tendência aparece principalmente na preferência por sons mais aveludados, equilibrados e menos estridentes.
Ao longo deste artigo, vamos refletir se este tipo de ajuste seria uma nova tendência ou apenas um sinal claro de amadurecimento musical.
Mudança de Preferência Sonora
Há algum tempo, tornou-se evidente uma mudança nos pedidos de ajustes para violinos, violas de arco e violoncelos.
Cada vez mais, músicos solicitam um timbre mais redondo, com projeção equilibrada e menos agressividade.
Nesse contexto, parece fazer sentido, já que o foco deixou de ser apenas volume e passou a ser qualidade sonora.
Alto Não É Forte: Um Conceito Importante
É comum que músicos, principalmente os mais jovens, peçam para deixar o instrumento mais “alto”.
Entretanto, na linguagem musical, alto está relacionado ao agudo, não à força sonora.
Com frequência, o que se deseja é potência, presença e definição.
Ao compreender essa diferença, o músico começa a perceber que este tipo de ajuste seria uma nova tendência ou, na verdade, uma busca mais consciente por equilíbrio.
O Papel do Luthier no Ajuste
O ajuste de um instrumento precisa atender à expectativa do músico, mas também deve respeitar o contexto de uso.
Durante o atendimento, além de executar o ajuste solicitado, é comum introduzir conceitos que ajudam o músico a refletir sobre o ambiente onde toca e o repertório executado.
Assim, o ajuste deixa de ser apenas técnico e passa a ser educativo.
O Conjunto Instrumento–Músico
Especialmente entre músicos de igreja, muitos utilizam equipamentos simples: instrumentos básicos, cordas nacionais e arcos comuns.
Nesse cenário, torna-se fundamental compreender que o conjunto completo influencia o resultado final.
Prática constante, estudo orientado e consciência musical são tão importantes quanto o ajuste em si.
Por isso, questionar se este tipo de ajuste seria uma nova tendência envolve também analisar o desenvolvimento do músico.
Uma Reflexão Que Transforma
Uma experiência marcante pode mudar completamente a forma de ouvir e tocar.
Em uma conversa com um músico experiente, surgiu uma reflexão profunda sobre humildade e propósito ao tocar.
A ideia central era simples: se o objetivo é servir, não há necessidade de se destacar excessivamente.
Esse entendimento influencia diretamente a busca por um som mais integrado e menos chamativo.
Som, Postura e Maturidade
A maturidade musical não se reflete apenas na técnica, mas também na postura.
Buscar um som equilibrado demonstra consciência do papel do instrumento dentro do grupo.
Nesse ponto, talvez seja apenas o reflexo natural de músicos mais atentos, sensíveis e responsáveis.
Conclusão
Este tipo de ajuste seria uma nova tendência?
A resposta pode estar no amadurecimento coletivo dos músicos.
Mais do que seguir modas, o que se percebe é uma busca por equilíbrio, qualidade sonora e coerência musical.
Se você deseja ajustar seu instrumento de forma consciente e alinhada ao seu contexto, entre em contato com a Ré Maior e receba orientação especializada.
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